Patos assume 3ª macrorregião de saúde do Estado da Paraiba

Patos passrá a ter sob sua jurisdição cerca de 90 municípios. Hoje são 49.

Aconteceu ontem, quarta-feira 20 no auditório da 6ª Gerência de Saúde, uma assembléia com gestores das 3ª e 4ª macrorregiões de saúde com a diretoria do Cosems – Conselho de Secretarias Municipais de Saúde, e com a Secretaria de Estado da Saúde, que coordena o projeto de configuração das macrorregiões, para debater a resolução nº 37 da CIT – Comissão Intergestores Tripartite, como também o planejamento regional integrado.

A referida resolução, publicada em 22 de março deste ano, determina que cada macroregião deve conter uma população entre 500 mil e 700 mil habitantes. Nem a macro Patos (3ª), nem a 4ª (Sousa) atende o que dita a portaria. Por isso a reunião com os gestores municipais para decidir a conformação, ficando decidido que haveria a junção da 3ª macro (Patos) com a 4ª (Sousa) , Patos assumindo a macrorregião do Sertão, e passrá a ter sob sua jurisdição cerca de 90 municípios, hoje são 49, que abrange os das regiões de Patos, Piancó e Princesa Isabel.

Anna Katarina Galiza, assessora técnica do Cosems-PB, explica que a resolução da assembleia extraordinária em Patos será emitida na próxima reunião da CIB – Comissão Intergestores Bipartite (Estado e municípios) no dia 25 deste mês e publicada no dia seguinte, com todas as justificativas sendo informadas à CIT.

O apoiador institucional, Davi Nunes, da 6ª Gerência de Saúde, disse que as regiões de saúde serão respeitadas e será construído um plano regional integrado para fortalecer as redes de atenção à saúde dentro da macrorregião do Sertão.

Davi comenta que a região de Patos sai na frente nessa escolha como sede da macrorregião do Sertão por seus serviços já serem referência para a 3ª e 4ª macro, a exemplo dos hospitais Regional Janduhy Carneiro, Infantil Noaldo Leite e Maternidade Peregrino Filho Unidade de Alta Complexidade em  Oncologia.

“O principal motivo dessa mudança é o financiamento para a construção das redes, preenchimento dos vazios assistenciais de serviços como atendimento de urgência cardiológica, de trauma, Rede de Urgência e Emergência-RUE, Rede de Atenção Psicossocial-RAPS, Rede de Cuidados à Pessoa Portadora de Deficiência-RCPCD,  Rede Materno-Infantil (Rede Cegonha), e a Politica Nacional de Atenção Integral à Saúde Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional-PNAISP, que precisam ser evidentemente estruturadas e operacionalizadas. Além disso precisam ser executadas, assistindo assim a população dessas regiões.

Marcos Eugênio – Mais Patos